
Por RUBEN DE SASTRE
Angola, Novembro, 11
Há 34 anos um Povo realizou um sonho de muitas e muitas gerações. Assumido de forma consciente, com armas na mão, luta armada iniciada há 48 anos, a I Guerra de Libertação Nacional, prolongou-se por 14 anos. Aos 11 de Novembro de 1975, a Independência Nacional é proclamada, Angola, Republica Popular, inicia a II Guerra de Libertação Nacional, projecto de transformação profunda, culminar de um longo processo libertador, inicio de uma nova fase de libertação.
Foi um caminho longo, de Cabinda ao Cunene. Espinhoso, doloroso, um parto lento, um Homem novo, forjado na luta, temperado no combate, guiado pela esperança de um mundo melhor, de uma Pátria Povo.
Angola, Novembro, 11, 1975. Republica Popular. Poder Popular. Socialismo. Trincheira firme da Revolução em África. Linha da Frente. Vanguarda. Cemitério do Imperialismo. Pátria invadida, povo em armas, nação em construção, agressão imperialista, contra revolução interna, agentes do neo colonialismo…Há 34 anos…Há volta da fogueira…Éramos todos meninos…novos Homens que se afirmavam ao mundo, erguendo bem alto as rubras bandeiras…
Hoje a fogueira há muito que se apagou. A Paz foi a ultima grande batalha. Esfarrapados, mas sempre vitoriosos, caminhamos pelo caminho longo. De Cabinda ao Cunene. De traição em traição. De desgosto em desgosto. Apunhalados. Feridos. Marcados. Mas sempre, sempre, vivos. Em prontidão. Operacionais e operativos. Elementos de uma engrenagem nossa. Sempre com a esperança viva. Sempre com a bandeira erguida. Negra e Rubra. Bem ao alto. Com a convicção da continuidade da Luta e com a eterna certeza da Vitória.
Angola continua! Angola é certa! É luta e é Vitória! É povo! É camarada! È solidariedade internacionalista! Mesmo quando tudo se desmorona á nossa volta. Mesmo quando envelhecem, propositadamente, prematuramente, o Homem novo. Mesmo quando aqueles que enriqueceram com a guerra, apodreceram a Paz…e vendem a Pátria… e nos iludem…e nos humilham…mesmo com tudo isso e muito mais, infinitamente mais, uma certeza prevalece no nosso intimo, nas profundezas do nosso ser, transmitida pelo exemplo dos nossos heróis e pela sabedoria dos nossos mais velhos:
Angola, te havemos de cumprir!
Angola, Novembro, 11
Há 34 anos um Povo realizou um sonho de muitas e muitas gerações. Assumido de forma consciente, com armas na mão, luta armada iniciada há 48 anos, a I Guerra de Libertação Nacional, prolongou-se por 14 anos. Aos 11 de Novembro de 1975, a Independência Nacional é proclamada, Angola, Republica Popular, inicia a II Guerra de Libertação Nacional, projecto de transformação profunda, culminar de um longo processo libertador, inicio de uma nova fase de libertação.
Foi um caminho longo, de Cabinda ao Cunene. Espinhoso, doloroso, um parto lento, um Homem novo, forjado na luta, temperado no combate, guiado pela esperança de um mundo melhor, de uma Pátria Povo.
Angola, Novembro, 11, 1975. Republica Popular. Poder Popular. Socialismo. Trincheira firme da Revolução em África. Linha da Frente. Vanguarda. Cemitério do Imperialismo. Pátria invadida, povo em armas, nação em construção, agressão imperialista, contra revolução interna, agentes do neo colonialismo…Há 34 anos…Há volta da fogueira…Éramos todos meninos…novos Homens que se afirmavam ao mundo, erguendo bem alto as rubras bandeiras…
Hoje a fogueira há muito que se apagou. A Paz foi a ultima grande batalha. Esfarrapados, mas sempre vitoriosos, caminhamos pelo caminho longo. De Cabinda ao Cunene. De traição em traição. De desgosto em desgosto. Apunhalados. Feridos. Marcados. Mas sempre, sempre, vivos. Em prontidão. Operacionais e operativos. Elementos de uma engrenagem nossa. Sempre com a esperança viva. Sempre com a bandeira erguida. Negra e Rubra. Bem ao alto. Com a convicção da continuidade da Luta e com a eterna certeza da Vitória.
Angola continua! Angola é certa! É luta e é Vitória! É povo! É camarada! È solidariedade internacionalista! Mesmo quando tudo se desmorona á nossa volta. Mesmo quando envelhecem, propositadamente, prematuramente, o Homem novo. Mesmo quando aqueles que enriqueceram com a guerra, apodreceram a Paz…e vendem a Pátria… e nos iludem…e nos humilham…mesmo com tudo isso e muito mais, infinitamente mais, uma certeza prevalece no nosso intimo, nas profundezas do nosso ser, transmitida pelo exemplo dos nossos heróis e pela sabedoria dos nossos mais velhos:
Angola, te havemos de cumprir!
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